Seus olhos ainda estão sobre mim.
Pousam como gavião que observa a presa.
Descansam e cansam meu eu fragilizado.
Sugam meus instintos, minha felicidade,
de forma que eu caminhe como moribundo vigiado pela morte.
Carrego meu fardo, calvário sem fim, me enlaça em pernas e braços,
surrupiando fôlego, despedaçando alma.
É saudade que me pesa mais que o corpo,
um misto de ódio e desaprovação,
vergonha e falta de contentamento.
O gavião ainda me observa.
Ri das circunstâncias, do estrago provocado, da repulsa.
Alimenta seu ego mesquinho da quinquilharia dos meus passos.
Me segue, me apanha.
E por mais que eu corra e me perca,
ele sempre me encontra nos piores dias.
Pousam como gavião que observa a presa.
Descansam e cansam meu eu fragilizado.
Sugam meus instintos, minha felicidade,
de forma que eu caminhe como moribundo vigiado pela morte.
Carrego meu fardo, calvário sem fim, me enlaça em pernas e braços,
surrupiando fôlego, despedaçando alma.
É saudade que me pesa mais que o corpo,
um misto de ódio e desaprovação,
vergonha e falta de contentamento.
O gavião ainda me observa.
Ri das circunstâncias, do estrago provocado, da repulsa.
Alimenta seu ego mesquinho da quinquilharia dos meus passos.
Me segue, me apanha.
E por mais que eu corra e me perca,
ele sempre me encontra nos piores dias.
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