“Minha mãe me disse umas coisas sobre os ódios do meu peito. Disse que o ódio que se guarda vai matando só quem sente.” Não deixa de ser verdade, mas como infiltrar essa ideia na cabeça humana e fraca que nós temos?! Perdoar, a gente até perdoa, duro mesmo é esquecer. Talvez seja esse o maior desafio. O perdão, em si, é ato próprio de consciência e compreensão. É superar a culpa em si. Mas esquecer, ah o esquecimento, esse só me ocorre nas horas mais impróprias. Quisera eu esquecer tudo aquilo que ainda me faz mal, não me envolver, e assim não me preocupar ou permanecer naquilo que necessariamente não importa mais, se é que algum dia importou. É por isso que devemos ser cautelosos com quem invade nossos corações, muitos deles não costumam voltar para ajudar a consertar a bagunça. E viver de lamentos por tudo aquilo que não deu certo é o mesmo que eternizar uma derrota. Quem me dera pudesse compreender todos os segredos e mistérios da vida, sem mal ou destempero a passar, e assim compreender chegadas e partidas, entender o real significado da espera. Na distância, no medo e qualquer outro sentimento traiçoeiro, é tão difícil ser amigo de alguém. É tão difícil persistir quando a vida se mostra assim, tão incompreensível aos olhos e coração humanos. Mas não se pode permitir que as insatisfações de hoje comprometam as esperanças de amanhã. Lembremos sempre que a vida não se limita ao presente.
A maior decepção que podemos ter na vida é quando descobrimos que não estamos sendo aquilo que somos, mas sim que nos tornamos aquilo que os outros queriam que fôssemos. Devolver-se a si é o jeito certo de expulsar o erro, e cultivar algo de bom novamente. Saibamos sempre que, quem nos abandona, nunca chegou a nos conhecer de verdade, e se não nos conheceu de verdade, nunca foi capaz de nos amar. E que eu só devo estar na vida de alguém se for pra fazer o bem, caso contrário, torno-me tranquilamente dispensável. Nem sempre há culpa nas coisas da vida, por isso sem torturas, sem peso, sem acusações. Não se deve excluir as esperanças. Há dias em que não se quer dizer uma palavra, e tudo bem. Todos nós temos o direito de ficar calado, a fim de não explicar os motivos de estar assim. Antes de mais nada, é preciso compreensão.
A maior decepção que podemos ter na vida é quando descobrimos que não estamos sendo aquilo que somos, mas sim que nos tornamos aquilo que os outros queriam que fôssemos. Devolver-se a si é o jeito certo de expulsar o erro, e cultivar algo de bom novamente. Saibamos sempre que, quem nos abandona, nunca chegou a nos conhecer de verdade, e se não nos conheceu de verdade, nunca foi capaz de nos amar. E que eu só devo estar na vida de alguém se for pra fazer o bem, caso contrário, torno-me tranquilamente dispensável. Nem sempre há culpa nas coisas da vida, por isso sem torturas, sem peso, sem acusações. Não se deve excluir as esperanças. Há dias em que não se quer dizer uma palavra, e tudo bem. Todos nós temos o direito de ficar calado, a fim de não explicar os motivos de estar assim. Antes de mais nada, é preciso compreensão.

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