Então vamos, seguindo em frente, vivendo tudo aquilo que ainda dá. É inevitável morrer algumas vezes, eu, por exemplo, morro sempre. Já perdi as contas de quantas vezes me refiz desses falecimentos múltiplos. Porque não devemos nos deixar levar pelo simples fato de não conseguirmos o que queremos, e desabar. O que sobra de nós – e não sabemos – é o suficiente para nos levar adiante. Acho que depois de uma queda, só restam lembranças, restam também esperanças. Conservemos assim. Um pouco de cada uma não faz mal a ninguém, mas todo cuidado é pouco. Cautela ainda convém, e nos dias de hoje, perder o equilíbrio se torna demasiado perigoso para mentes desequilibradas. Por isso cuide, cultive, faça o bem e queira bem. O resto, mesmo que de uma forma estranha, um dia vem.

Adorei!! Parabéns!! Seus textos estão ainda melhor com essa pitada de alegria e esperança!!
ResponderExcluirÔ Junior, brigada!!!É bom mesmo que essa alegria e esperança persistam!!
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