Autor Desconhecido
Enquanto
eu comemorava mais um ano de vida, pessoas morriam. Não que isso
seja incomum. Pessoas morrem o tempo todo. Mas, diferente da ordem
natural das coisas, o sopro de vida foi roubado dessas pessoas, por
motivos que não convencem nem a mais ingênua das criaturas que eu
conheço.
Enquanto
isso, um rio (e suas mágoas) morre no estado vizinho por pura
negligência humana. Enquanto isso, o rio que me viu crescer
desaparece em meio à escassez de chuva, obras sem planejamento,
desperdício e ganância.
E eu
me pergunto até que ponto precisaremos chegar para que o homem mude
a forma de pensar. Ou pense duas vezes. Qualquer evolução na cadeia
é válida.
Em
pensar que já vivemos a pós modernidade, eu me pergunto em que era
da vida deixamos de pensar e passamos apenas a agir. E agir por
impulso não tem sido nada daquilo que esperávamos. Precisamos parar
com isso. Agora.

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