terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Pretérito mais que (im)perfeito.



             
    Ouço música de três décadas atrás, leio livros escolhidos por autor. Nunca andei muito na moda, e ainda mantenho minhas coleções de infância. Tenho uma caixa com cartas e bilhetinhos, fotos e pedacinhos de vida e alma, carregados ao longo do tempo. Gosto de velhos hábitos e antigas ideias. Cultivo passado na minha janela. E talvez seja esse meu grande problema. É pretérito demais pra pouca presença.

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