Tá aí uma coisa da qual eu não consigo escrever. O quanto a ausência de vocês me angustia, me esvazia. Sabe, eu sinto falta das manhãs ensolaradas. Do perfume de pitanga. Do casaco verde. Das músicas do inicio do dia. Do meio da tarde. Do chocolate branco que sempre era uma medida de urgência, talvez um coração partido, talvez uma tpm as avessas, talvez a simples vontade divida em três. Eram papos estranhos, sem pé nem cabeça. Risadas alheias, vontades perdidas. Alegria que invadia meu dia e só se esvaia ao anoitecer. Mas eu dormia bem, tranquila. Porque amanhã tinha mais, e um pouco mais, e sempre mais. Era constante, parecia pra sempre. Apelidos, pirraças, frases que começavam com um “sim, bonita”. Segredos que morrerão com a gente, verdades que só a gente sente, saudade que quase ninguém entende. Mas a gente entende. E isso basta. Eu amo a aquilo que consegui de vocês, e ninguém consegue substituir. Aqueles sonhos que a gente compartilhava, eu ainda guardo todos aqui. (Feliz dia do amigo...amo vocês).

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